A situação vivida em nossas universidades, no contexto eleitoral e pós-eleitoral, convida para uma reflexão sobre o papel de líderes religiosos nesse processo. Devido ao resultado das eleições no último dia 28 de outubro, é fundamental que se analise o discurso de alguns líderes pentecostais e neopentecostais pela defesa da candidatura de Jair Bolsonaro, que não tem nada de cristão, mas conseguiu, devido às intervenções desses líderes, uma áurea de sacralidade, como a dos reis medievais, estudados por Marc Bloch em seu famoso livro Os reis taumaturgos. Mas o que o medievo tem a dizer sobre as nossas eleições e sobre líderes pentecostais e neopentecostais? Muito, principalmente, se forem considerados alguns aspectos da teologia dessas igrejas.

           Por meio da compreensão do uso da teologia pentecostal e neopentecostal, destaca-se  a apropriação discursiva das categorias medievais de missão, predestinação, associadas aos sinais providenciais presentes em discursos de líderes, como, por exemplo, Silas Malafaia e Edir Macedo, sobretudo, em suas manifestações por determinados candidatos. Aqui, não se objetiva uma vinculação simplista, através da longa duração, entre os textos religiosos medievais e o discurso desses líderes. Salienta-se apenas a apropriação do aspecto simbólico por meio do qual Deus enviaria sinais aos homens e, esses por sua vez, agem para fazer a sua vontade. Trata-se de uma estrutura narrativa muito forte, inclusive, na cultura política brasileira contemporânea, muitas vezes, sintetizada por meio da expressão popular, que pode ou não ser irônica, do “Salvador da Pátria”, ou seja, alguém que fora escolhido por Deus para agir em seu nome, sobretudo, no campo da política. Para exemplificar como tal estrutura está presente no imaginário político brasileiro, atualmente, entre os grupos de direita e de vários setores da classe média, difundiu-se a noção de que há instituições sacralizadas capazes de agir segundo determinados valores morais cristãos. Notadamente, valores que remetem a uma noção heteronormativa pautada na ideia chave de que existe uma “ordem natural das coisas” dada por Deus. Assim, defende-se que há uma estrutura intrínseca nas relações sociais, nas quais, as funções sociais dos homens e das mulheres devem seguir determinados padrões, como, por exemplo, cabe à mulher manter uma relação de submissão em relação ao homem. Há também uma veemente condenação às relações homoafetivas. Portanto, os movimentos em defesa das mulheres, gays e outras minorias são abertamente atacados por determinados setores religiosos[1]no Brasil.

            No cenário político atual, há o crescimento de discursos que associam os valores cristãos às virtudes políticas de determinados políticos. Como um exemplo paradigmático deste tipo de associação, cita-se o presidente eleito Jair Messias Bolsonaro em que um dos seus slogans de campanha foi: “Brasil acima de tudo, Deus acima de Todos”[2]. Por que este slogan? Porque se trata de um jargão, exaustivamente, dito por líderes religiosos como os anteriormente citados. Devido ao resultado do pleito de outubro, é importante que se pense um pouco mais sobre o presidente eleito. Inicialmente, ele é um capitão do exército reformado, em 2018, ocupa o seu sétimo mandato como deputado federal[3], publicamente defensor da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985), inclusive, defensor das práticas de torturas e assassinatos ocorridos no período; membro da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional[4]. No site oficial de sua biografia, lê-se a sua vinculação direta, como, plataforma de governo, à defesa dos valores cristãos.

“Em seus mandatos parlamentares, destacou-se na luta contra a erotização infantil nas escolas e por um maior rigor disciplinar nesses estabelecimentos, pela redução da maioridade penal, pelo armamento do cidadão de bem e direito à legítima defesa, pela segurança jurídica na atuação policial e pelos valores cristãos”.[5]

            Apesar de ser um pouco mais complexo, pode-se dizer que os seus valores cristãos estão associados, grosso modo, à heteronormatividade e, ao mesmo tempo, a um grau de misoginia. Não se pode negligenciar que, como militar aposentado, defensor da ditadura civil-militar, ajude a plasmar a ideia segundo a qual o Exército Brasileiro seja uma instituição capaz de sintetizar, além dos valores cristãos citados anteriormente, a credibilidade institucional de uma instituição completamente ilibada, ou seja, devido aos valores, defendidos por esta instituição, ela estaria em conformidade com a vontade de Deus, portanto, passa a gozar, no imaginário social brasileiro, de um caráter sacralizado, colocando-a acima das instituições e da própria política.

           É importante notar  que um número significativo de deputados federais e senadores, que foram eleitos em outubro de 2018, terão um discurso absolutamente voltado para tais valores, trazendo a esfera da política para o campo do sagrado. Como exemplo dessa situação, sublinha-se que a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, atualmente, conta com 193 deputados federais, em um total de 513, número total de deputados federais Brasil. Independentemente da vitória de Jair Messias Bolsonaro, considera-se inevitável o crescimento da representatividade de políticos vinculados a programas políticos pautados, notadamente, em valores cristãos.

           Subjacente ao processo de crescimento eleitoral mencionado, ressalta-se que, a maioria dos eleitores de Bolsonaro faz campanhas, sobretudo nas redes sociais, defendendo o retorno da ditadura civil-militar no Brasil, pautada na premissa de que o Exército, além resgatar os valores cristãos, será capaz de, magicamente, resolver todos os problemas estruturais do país. Tal pensamento foi expresso por meio de slogans, como, por exemplo, “Intervenção militar já!”, sustentando a noção de que os militares iriam resolver todos os problemas políticos, econômicos e sociais como um ato mágico ou divino. Isso conduz a política para a esfera do sagrado e, ao mesmo tempo, desumanizando qualquer prática política, uma vez que o homem, nesta perspectiva, não seria dotado de qualquer capacidade de ação.

           Há, no discurso desses líderes religiosos, sempre que se reportam ao contexto eleitoral, uma dicotomia entre os eleitos, compreendidos como seus seguidores e os filisteus, simbolicamente representados, no contexto da eleições, como a esquerda, os gays, as feministas etc. Nesse discurso dicotômico, infere-se que haja um retorno à noção da ecclesia medieval (ao mesmo tempo em que a reelabora), pois, as igrejas pentecostais e neopentecostais assumem, no discurso de Malafaia e Edir Macedo, a função simbólica da ecclesia, restabelecendo, em pleno século XXI, a concepção da luta contínua entre Deus e Satã. Volta-se, do ponto de vista discursivo e da disputa política, às concepções de santo Agostinho, cujo princípio básico foi definido no decorrer do século IV, no qual a síntese dividia o mundo em dois campos opostos e assimétricos (Deus e Satã)[6], o bem e o mal, o espírito e a carne.

           Quanto à relação entre as igrejas pentecostais/neopentecostais e a noção ecclesia medieval, há alguns aspectos que devem ser explicados. Inicialmente, ela não é a única a estabelecer esta relação maniqueísta entre uma luta contínua na Terra entre Deus e o Satã; isso é um aspecto comum à teologia das igrejas pentecostais e, sobretudo, das neopentecostais, como são os casos da Assembleia de Deus e a Universal. Mas não exclusivo, uma vez que a Renovação Carismática Católica, nascida na década de 60 do século XX nos EUA, também defende alguns pressupostos da teologia neopentecostal, sobretudo, a relação com o Espírito Santo e a literalidade na interpretação dos textos bíblicos. A questão de fundo subjacente a tais movimentos aborda o carisma, interpretado segundo a concepção medieval.

“Os carismas (termo forjado a partir do grego charisma, ‘dom do Espírito Santo’ constituem uma corrente de renovação espiritual cristão que apareceu no início do século XX. Nascida no seio do metodismo, ela se difundiu sob o nome de ‘pentecostalismo’, principalmente nos EUA. Ele se centra na conversão, na leitura literal da Bíblia e na experiência espiritual pessoal.  Ele se enraíza na ideia do batismo do Espírito Santo, como no Pentecostes (Ac 2, 1-4), acompanha-se sempre do falar em línguas ou da glossolalia. Seu movimento, o mais representativo, é o das ‘assembleias de Deus’ muito presentes no Brasil. A partir dos anos 1960, essa corrente pentecostal diversifica-se e passa a dar ênfase na manifestação pelo Espírito — sem se concentrar na glossolalia e sobre sua abertura ecumênica. Os movimentos carismáticos espalham-se então no mundo católico, notadamente na Europa, tomando forma de comunidades constituídas, sobretudo, através da iniciativa dos laicos: Emmanuel (1972), o Caminho Novo (1973), as Beatitudes (1974) etc. Depois dos anos 1980, o neopentecostalismo coloca no primeiro plano a ‘guerra espiritual’ (spiritual warfare) entre Deus e Satã nas nações, nas cidades e nas casas. Ele insiste igualmente sobre os símbolos e os prodígios e valoriza os profestas-estrategistas com uma forte autoridade carismática, como, por exemplo, Peter Wagner, não sem manifestar uma propensão sectária”[7].

           Embora tenha surgido no início do século XX, esse movimento tem sua origem no medievo na medida em que sua base teológica está vinculada à interpretação de Paulo, especificamente, em (1 Co 12, 4-11). Trata-se da noção segundo a qual os carismas são entendidos como dons espirituais dados por Deus às comunidades dos batizados, as quais vivenciam manifestações das graças. Segundo Paulo, os dons dados pelo Espírito Santo são: a capacidade de se falar em línguas, ciência ou sabedoria, aptidão para se falar da fé, cura e profecias, inclusive, a capacidade de se interpretar profecias durante o êxtase[8]. Contudo, a versão que se popularizou nos últimos séculos da idade média foi pautada na reflexão de Tomás de Aquino, segundo Vauchez:

“Tomás de Aquino trata dos carismas em sua Suma teológica (IIa, IIae, q. 171-178). Ele retoma a lista de são Paulo, mas incluiu o raptus, ou ‘êxtase’ (q. 175), ou seja, a perda da sensibilidade corporal que marca o termo de ascensão mística, que ele defini como um ‘grau especial da profecia’.  Ele estabelece assim uma continuidade entre a vida mística, tal como se desenvolveu depois do século XIII em alguns monastérios e entre os laicos devotos e a vida carismática. A partir dos últimos séculos da idade média, a trilogia visões/revelações/profecias passou ao primeiro plano da lista, relegando a lista tradicional dos carismas em uma certa obscuridade até que fosse redescoberta e recolocada em vigor no século XX pelos movimentos carismáticos, protestantes e católicos“.[9]

           Sustenta-se a hipótese que nos discursos de Malafaia e  de Edir Macedo, para defender a ação política de  Jair Bolsorano, eles se utilizam da autoridade simbólica presente na ecclesia medieval, uma vez que essa instituição possuiu a capacidade de sintetizar a vontade de Deus. Assim, retomam o maniqueísmo teológico, abandonado pela Igreja Católica no final da idade média, assim, esses líderes religiosos redescobrem o dualismo e o trazem para o campo da política em pleno século XXI. Segundo Rahner e Vorgrimler[10], em sentido estrito trata-se da doutrina por meio da qual a realidade compõe-se de dois domínios absolutamente opostos. O maniqueísmo deve ser lembrado na medida em que divide o mundo em um princípio absolutamente bom e outro absolutamente mau, colocando o indivíduo impotente entre eles.

“Na Escritura Santa, não se encontra em nenhuma parte esta forma extrema de dualismo, embora se deva reconhecer que, no Novo Testamento, certas influências desse gênero provenientes da visão do mundo própria ao judaísmo tardio (demonologia; o império do mal oposto ao Reino de Deus, cuja superioridade nunca é colocada em dúvida; doutrina dos éons).”[11]

           Embora os autores destaquem que a doutrina da encarnação tenha conseguido, na teologia católica, eliminar o esquema dualista trazido pelo Novo Testamento, é importante destacar que a Assembleia de Deus e a Universal não seguem tal premissa, inclusive, por manter coerência com a sua relação de literalidade da interpretação da Bíblia; elas insistem, sobretudo, na ação dos demônios e na presença do mal capaz de retirar os homens do reino de Deus. Novamente, a sua teologia retoma um dos pressupostos da ecclesia medieval, a luta do bem contra o mal. Em meio à divisão, o homem surge como um elemento fraco e sozinho que não conseguirá escapar do pecado.  Porém, há uma forma de romper o seu destino miserável. Isso seria possível porque existe um terceiro elemento que se forma por uma união indivisível, produzindo assim a reconciliação, interpretada como a salvação. Trata-se, no caso da estrutura discursiva, utilizada, durante o processo eleitoral, por esses líderes, da associação simbólica entre os defensores de Cristo ecclesia através do nome de Jair Bolsorano e Satã e os seus seguidores, Haddad e o PT. Com base na autoridade que possuem influenciam os seus eleitores, trazendo para o campo eleitoral a disputa medieval entre Deus e Satã.

           Para dar credibilidade ao seu discurso, tais líderes citam os salmos e a própria Bíblia que são interpretados pelo meio pentecostal e neopentecostal, segundo Carvalho:

“a leitura da Bíblia, com raríssimas exceções, realizada pelo neopentecostalismo, não é simplesmente alegórica, mas utilitarista. Neste aspecto, os textos do Antigo Testamento são os preferidos para fundamentar suas práticas que se materializam em formas de “campanhas”. Dentre os textos veterotestamentários, existe uma predileção para o “hinário oficial de Israel”, isto é, o livro de Salmos. Isso porque Salmos, pela própria natureza do material, tende a serem textos que expressam mais os dilemas, dramas e sentimentos do ser humano, revelando a sua interioridade antes de sua cognição. O ‘uso litúrgico’ que é feito de qualquer texto condiciona toda a sua ‘exegese’, pois tal uso antecede a interpretação textual. Uma vez apropriado para utilização de uma ‘campanha’, ou seja, para o período de dias em que serão realizados os cultos alusivos àquela temática, não apenas o texto bíblico, mas as músicas que se canta e as pregações, todas, indistintamente, convergem para o assunto central da campanha. Assim, o cuidado exegético pode até existir, mas as informações contextuais levantadas serão pragmaticamente utilizadas para reforçar a tese de que o texto garante uma conexão direta com a temática da campanha, dando-lhe sentido diferente do que ele realmente significa. Prática esta que se constitui no exercício de atribuir ao texto um significado que lhe é estranho e até mesmo oposto, consistindo do contrário da exegese que, idealmente, seria extrair-lhe o significado“.[12]

           Portanto, infere-se que a relação do pentecostal e do neopentecostal com o texto bíblico e, em específico, com os salmos cria uma situação medieval na medida em que a narrativa bíblica é tomada como uma autoridade inquestionável. A sua utilização é utilitarista uma vez que a alusão ao salmo remete à sua própria história, sem os filtros da exegese. Engendra-se um mecanismo de atemporalidade, assim, os salmos são vistos em sua história literal, tal como estão expostos na Bíblia, mas, a sua evocação, confere-lhes uma atualização no sentido em que as personagens mudam; contam-se histórias sobre o rei Davi, através das narrativas políticas de Silas Malafaia e Edir Macedo, segundo esta forma de interpretação, não há distinções temporais e nem de personalidades, fomentando uma concepção de tempo histórico cíclico em que a Bíblia seria capaz de se narrar toda história humana, subordina-se a história à teologia e, por conseguinte, a ação política à ação divina.

       Confere-se uma autoridade medieval ao texto bíblico, na medida em que a racionalidade empregada, neste tipo de análise, é a medieval, ou seja, o princípio da auctoritas. Todo e qualquer conhecimento/história pautará a sua credibilidade em um elemento de corroboração no texto bíblico. Esse tipo de interpretação diminuiu ainda mais a potência humana, porque é completamente diluída no peso da tradição (auctoritas). Esse tipo de interpretação confere ao mundo uma visão sacralizada, assim, apesar de dizer respeito ao contexto medieval propriamente dito, sustenta-se que o imaginário social, representado na narrativa eleitoral, “prima por uma situação de unanimidade religiosa e de conformismo, todas as instituições apresentavam [essa afirmação vale para os discursos de Malafia e de Edir Macedo] um caráter sacral e oficialmente cristão. Além disso, os fundamentos da ordem social e natural encontravam a sua justificativa na ordem divina, no sagrado.”[13]

           O resultado disso, ver-se-á em breve, especificamente, a partir de 1º de janeiro de 2019, ter-se-á voltado ao medievo? Sinceramente, espera-se que não. Mas, ao que tudo indica, tempos sombrios chegaram.

[1]Não há como se fazer um perfil detalhado de cada grupo religioso que defende este tipo de discurso. Entretanto, destaca-se que, embora haja uma predominância deste discurso nos meios pentecostais e neopentecostais, não se pode negar que movimentos católicos, sobretudo, aqueles ligados ao chamado movimento carismático, tenham o mesmo discurso. Além disso, pode-se encontrá-lo também junto às chamadas igrejas reformadas históricas. Destaca-se a noção de predominância de um discurso heteronormativo junto a grupos religiosos, mas, em hipótese alguma, nega-se que existam grupos religiosos comprometidos com as reivindicações das minorias citadas anteriormente. É importante destacar apenas que esses últimos representam a minoria no campo religioso brasileiro contemporâneo. Como exemplo de grupo, ligado ao campo do protestantismo, que tem uma pauta progressista, cita-se o MEP, Movimento Evangélico Progressista, surgido no contexto da disputa eleitoral de 1989. Para maiores informações, cf. MEP. Disponível em< http://movimentoevangelicoprogressista.blogspot.com/>. Acesso em 13 de agosto de 2018. Contudo, devido ao contexto de guinada à direita dos grupos religiosos no Brasil hoje, trata-se de um grupo sem muita inserção social.

[2]BOLSONARO, Jair Messias. Página oficial do facebook. Disponível em: < https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro/&gt;. Acesso em 27de julho de 2018.

[3]Para maiores informações biográficas,  cf. Idem. Disponível em: <https://www.bolsonaro.com.br/&gt;. Acesso em 27 de julho de 2018.

[4]FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA DO CONGRESSO NACIONAL. Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www.camara.leg.br/internet/deputado/frenteDetalhe.asp?id=53658>. Acesso em 27 de julho de 2018. O objetivo deste texto não é o de analisar a ação desta frente parlamentar. Todavia, pretende-se chamar a atenção para uma relação cada vez mais forte no contexto político brasileiro entre os movimentos religiosos e a elaboração de pautas políticas em um país que, teoricamente, defende-se a laicidade do Estado.

[5]BOLSONARO, Jair Messias. Disponível em: <https://www.bolsonaro.com.br/&gt;. Acesso em 27 de julho de 2018. Destaque.

[6]Sobre as questões relativas ao conceito de ecclesia, cf. GUERREAU, Alain. Feudalismo. In: LE GOFF, Jacques e SCHMITT, Jean-Claude. Dicionário temático temático do Ocidente medieval. Vol. I. Bauru/São Paulo : EDUSC/Imprensa Oficial, 2002, p. 437-455, p. 447 et seq.

[7]BARNAY, Sylvie. Charismatiques. In: VAUCHEZ, André. Christianisme: Dictionnaire… op. cit., p. 120. Destaque. Tradução livre.

[8]VAUCHEZ, André. Charisme. In: Ibidem. Ibidem., p 121.

[9]Ibidem. Destaque. Tradução livre.

[10]RAHNER, Karl et VORGRIMLER, Herbert. Petit dictionnaire de théologie catholique.Paris: Éditions du Seuil, 1970, p. 138. Tradução livre.

[11]Ibidem. Destaque.

[12]CARVALHO, César Moisés. Informações sobre A leitura Neopentecostal da Bíblia. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <cliniodeamaral@yahoo.com.br> em 2 agosto de 2018. Destaque. Para maiores informações sobre essa temática, cf. Idem. Pentecostalismo y Posmodernidad. Cuando la experiencia se superpone a la Teologia. Miami: Patmos, 2018, p.112-13.

[13]GOMES, Francisco José Silva. A igreja e o poder: representações e discursos. In: RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros (org.). A idade média. Brasília: UNB, 1997, p. 33-60, p. 44. Destaque do autor.

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